Memórias de um Sargento de Milícias.




Livro eleito pelos professores da turma M 122 da Abeu/ Belford Roxo para os alunos do Ensino Médio do 2º ano.
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Com a literatura sendo um fator primordial para a leitura e apreciação do livro Memórias de um Sargento de Milícias, podemos perceber que ao invés do replandescer de um autor com objetivo demostrar somente a sua intelectualidade, Manuel Antônio de Almeida tornou a sua obra literária em um romance relatando e "degustando" das belezas do Rio de Janeiro do ano de 1852. Toda essa conformidade e coerência textual não muito utilizada nas nossas redações pudemos compreender nas aulas do professor de Literatura/Gramática, Marcelo Nascimento.
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Numa envolvente expedição pelo centro da cidade do RJ com o professor de história Eduardo Possidonio aprendemos e descobrimos vários vestígios deixados pelos nossos descendentes portugueses.
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No trabalho de campo do Rio de D.João tivemos como professor de geográfia nos guiando e direcionando o professor Charles Castro, este mostrou o processo de urbanização e poluição do RJ. Usou trechos da obra literária de Manuel Antônio de Almeida para explicar os atos de navegações da época e a importância que o litoral brasileiro obteve para impulsionar a economia do Brasil colônia.
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Baía de Guanabara.




" Lá para as bandas do mangue da Cidade Nova"
( Trecho retirado do capítulo 4 do livro Memórias de um Sargento de Milícias).

Refere-se ao Rio de Janeiro como Cidade Nova e relata a vegetação que era comum no século XIX nas mediações da cidade e da Baía, atualmente mangue este não encontrado nesta área por causa das modificações urbanas e mudanças geográficas. A Baía de Guanabara divide as cidades do Rio e de Niterói, também é cercada por dois morros que formam um baluarte natural: o Pão de Açúcar e de Santa Cruz.
Apesar do seu interior ser calmo, de boa profundidade e grande espaço para abrigar embarcações, devido as intervenções humanas grande extenção se encontra poluída.
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Religiosidade.

Ao lado uma das deslumbrantes Igrejas do Rio de Janeiro e a com mais marcos históricos denominada Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo. Como Capela Real, ela foi palco de importantes eventos, como a consagração de D.João VI como Rei de Portugal, em 20 de março de 1816,após da morte de D. Maria I. Nela também se casaram o príncipe D. Pedro, que mais tarde se tornaria Imperador do Brasl, com D. Leopoldina da Áustria.

Porém ressaltando a religiosidade da época podemos analisar que esta confissão de fé era um desejo de esbanjar o modismo religioso trazido pelos portugueses, seguido diversas vezes pela elite brasileira.
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